terça-feira, 26 de outubro de 2010

PERGUNTAS FEITAS PARA O DIABO


QUEM O CRIOU?

Lúcifer : Fui criado pelo próprio Deus, bem antes da existência do homem. [Ezequiel 28:15]

COMO VOCÊ ERA QUANDO FOI CRIADO?
Lúcifer : Vim à existência já na forma adulta e, como Adão, não tive infância. Eu era um símbolo de perfeição, cheio de sabedoria e formosura e minhas vestes foram preparadas com pedras preciosas. [Ezequiel 28:12,13]

ONDE VOCÊ MORAVA?
Lúcifer : No Jardim do Éden e caminhava no brilho das pedras preciosas do monte Santo de Deus. [Ezequiel 28:13]

QUAL ERA SUA FUNÇÃO NO REINO DE DEUS?
Lúcifer : Como querubim da guarda, ungido e estabelecido por Deus, minha função era guardar a Glória de Deus e conduzir os louvores dos anjos. Um terço deles estava sob o meu comando. [Ezequiel 28:14; Apocalipse 12:4]

ALGUMA COISA FALTAVA A VOCÊ?
Lúcifer : (reflexivo, diminuiu o tom de voz) Não, nada. [Ezequiel 28:13]

O QUE ACONTECEU QUE O AFASTOU DA FUNÇÃO DE MAIOR HONRA QUE UM SER VIVO PODERIA TER?
Lúcifer : Isso não aconteceu de repente. Um dia eu me vi nas pedras (como espelho) e percebi que sobrepujava os outros anjos (talvez não a Miguel ou Gabriel) em beleza, força e inteligência. Comecei então a pensar como seria ser adorado como deus e passei a desejar isto no meu coração. Do desejo passei para o planejamento, estudando como firmar o meu trono acima das estrelas de Deus e ser semelhante a Ele. Num determinado dia tentei realizar meu desejo, mas acabei expulso do Santo Monte de Deus. [Isaías 14:13,14; Ezequiel 28:15-17]

O QUE DETONOU FINALMENTE A SUA REBELIÃO?
Lúcifer : Quando percebi que Deus estava para criar alguém semelhante a Ele e, por conseqüência, superior a mim, não consegui aceitar o fato. Manifestei então os verdadeiros propósitos do meu coração. [Isaías 14:12-14]

O QUE ACONTECEU COM OS ANJOS QUE ESTAVAM SOB O SEU COMANDO?
Lúcifer : Eles me seguiram e também foram expulsos. Formamos juntos o império das trevas. [Apocalipse 12:3,4]

COMO VOCÊ ENCARA O HOMEM?
Lúcifer : (com raiva) Tenho ódio da raça humana e faço tudo para destruí-la, pois eu a invejo. Eu é que deveria ser semelhante a Deus. [1Pedro 5:8]

QUAIS SÃO SUAS ESTRATÉGIAS PARA DESTRUIR O HOMEM?
Lúcifer : Meu objetivo maior é afastá-los de Deus. Eu estimulo a praticar o mal e confundo suas idéias com um mar de filosofias, pensamentos e religiões cheias de mentiras, misturadas com algumas verdades. Envio meus mensageiros travestidos, para confundir aqueles que querem buscar a Deus. Torno a mentira parecida com a verdade, induzindo o homem ao engano e a ficar longe de Deus, achando que está perto. E tem mais. Faço com que a mensagem de Jesus pareça uma tolice anacrônica, tento estimular o orgulho, a soberba, o egoísmo, a inimizade e o ódio dos homens. Trabalho arduamente com o meu séquito para enfraquecer as igrejas, lançando divisões, desânimo, críticas aos líderes, adultério, mágoas, friezas espirituais, avareza e falta de compromisso (ri às escaras). Tento destruir a vida dos pastores, principalmente com o sexo, ingratidão, falta de tempo para Deus e orgulho. [1Pedro 5:8; Tiago 4:7; Gálatas 5:19-21; 1Coríntios 3:3; 2Pedro 2:1; 2Timóteo 3:1-8; Apocalipse 12:9]

E SOBRE O FUTURO?
Lúcifer : (com o semblante de ódio) Eu sei que não posso vencer a Deus e me resta pouco tempo para ir ao lago de fogo, minha prisão eterna. Eu e meus anjos trabalharemos com afinco para levarmos o maior número possível de pessoas conosco. [Ezequiel 28:19; Judas 6; Apocalipse 20:10,15]

MEDITE NESSA MENSAGEM. VEJAM QUE FOI ELABORADA COM BASE NOS VERSÍCULOS BÍBLICOS, POR ISSO É UMA ILUSTRAÇÃO DA MAIS PURA VERDADE.

"Como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações." [Hebreus 3:7,8]

"Ninguém tem maior amor do que este: de dar a Sua vida em favor dos Seus amigos." [João 15:13]

Quando Chico não é Francisco...

Nas mais variadas denominações evangélicas é comum a valorização de determinados indivíduos em detrimentos a outros. Políticos, empresários, além de socialites são tratados de forma distinta e especial quando adentram em nossos templos. Em contrapartida, pobres, desclassificados sociais, além de indivíduos marginalizados pela sociedade são tratados com desdém.
 A Bíblia nos ensina que o ser humano é merecedor por parte da igreja de respeito e dignidade, independendo da posição social, cor da pele ou conta bancária. Entretanto, infelizmente não tem sido assim, até porque, para alguns é muito mais “intere$$ante” valorizar àqueles que de alguma forma podem lhe trazer retorno financeiro, do que os moribundos da vida.

Nesta perspectiva ouso afirmar que Chico sempre será diferente de Francisco. Enquanto Chico é discriminado pela classe social, Francisco é honrado publicamente pelos seus “dotes bancários; enquanto Chico recebe migalhas eclesiásticas, Francisco participa de jantares nababescos; enquanto Chico é desprezado; Francisco é valorizado por sua inteligência e perspicácia.
Caro leitor por acaso você já se deu conta de que idéias pré-concebidas a respeito do outro, nos trazem problemas seriíssimos? Já percebeu que em virtude das agressões sociais que fazemos, muitos são obrigados a viverem definitivamente à margem da sociedade?
A igreja de Cristo tem por missão e obrigação lidar com Chico e Francisco de forma igualitária. Para tanto, torna-se indispensável que cultura, grana e posição social sejam relegados a segundo plano, até porque, em detrimento do pecado, tanto um quanto outro, necessitam desesperadamente da misericórdia de Deus.


Pense nissso!


Renato Vargens

Parábolas e Ensinamentos de Jesus

Uma parábola é uma história que usa situações da vida real para ensinar grandes verdades.


0 sermão do monte

  • Mateus 5-7; Lucas 6.20-49

As bem-aventuranças
  •  Mateus 5.3-11; Lucas 6.20-26

0 grande mandamento
  • Mateus 22.37-39; Marcos 12.29-31; Lucas 10.27

A regra de ouro
  • Mateus 7.12; Lucas 6.31

Parábola do grão de mostarda
  •  Mateus 13.3 1-32; Marcos 4.30-32; Lucas 13.18-19

Parábola do semeador
  •  Mateus 13.1-23; Marcos 4.1-20;Lucas 8.4-15

Parábola da semente
  •  Marcos 4.26-29

Algumas parábolas sobre o Reino dos céus
  •  Mateus 13.24-52

Parábola do credor incompassivo
  • Mateus 18.23-35

Parábola dos trabalhadores na vinha
  • Mateus 20.1-16

Parábola dos lavradores maus
  • Mateus 21.33-46; Marcos 12.1-11; Lucas 20.9-18

Parábola das bodas
  • Mateus 22.1-14; Lucas 14.15-24

Parábola das dez virgens
  • Mateus 25.1-13

Parábola dos talentos e a parábola das dez minas
  • Mateus 25.14-30; Lucas 19.11-27

Parábola do grande julgamento
  • Mateus 25.3 1-46

Parábola do bom samaritano
  • Lucas 10.25-37

Parábola do bom pastor
  • João 10.1-21

Parábola do rico insensato
  • Lucas 12.16-21

Parábola do servo vigilante
  • Lucas 12.35-48

Parábola da figueira estéri1
  • Lucas 13.6-9

Parábola da ovelha perdida Lucas 15.3-7;
  • Mateus 18.12-14

Parábola da dracma perdida
  • Lucas 15:8-10

Parábola do filho pródigo
  • Lucas 15:11-32

Parábola do administrador infiel
  •  Lucas 16:1-13

O rico e o mendigo
  • Lucas 16:19-31

Parábola do juiz iníquo
  • Lucas 18:1-8

Parábola do fariseu e o publicano
  • Lucas 18:9-14

PALAVRAS QUE ABENÇOAM E PALAVRAS QUE AMALDIÇOAM

A palavra é um maravilhoso instrumento de comunicação. Mais que isso: a palavra constrói mundos, constrói amizades, poemas e canções. É pela palavra que abençoamos as pessoas, os filhos e o nosso cônjuge.

Entretanto, a bíblia nos mostra que a palavra pode ser usada de forma inapropriada, fora de tempo, com raiva, e, ao invés de construir, ela destrói, ao invés de fortalecer laços ela separa e desune, ao invés de aproximar as pessoas, ela afasta. E quando deveria ser canal de benção ela pode ser fonte de maldição.
Vamos meditar em algumas advertências encontradas na bíblia acerca das palavras:
1o) Fale somente a verdade: "Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade..." (Ef. 4.25). Alguém disse certa vez que "os dentes podem ser postiços, mas a língua tem de ser verdadeira". E a grande vantagem de se falar a verdade é que você não precisa ficar preocupado em lembrar-se do que disse.
2o) Cuidado com o falar em excesso: "No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os lábios é prudente" (Pv 10.19). É necessário haver um controle de nossas palavras. Não podemos sair por aí falando de tudo. A Bíblia diz que há momentos de falar e momento de ficar calado. Não banalize a palavra. Não fique falando, falando e falando a todo o momento, a toda hora, com seu filho, com seu cônjuge. Não fique procurando defeitos neles e nos outros. Não é pelo muito falar que os problemas se resolvem. Valorize o que as pessoas têm de bom.
3o) As palavras podem trazer vida, mas também podem trazer a morte: "A morte e a vida estão no poder da língua" (Pv 18.21). Palavras curam, palavras trazem alívio, trazem alegria, trazem novo ânimo, palavras agradáveis são como favo de mel (Pv 16.24). Mas as palavras também são poderosas armas usadas pelo inimigo para provocar as discórdias, as lutas, as separações. "A palavra branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira" (Pv 15.1). O crente é chamado para falar de vida e não de morte, falar das virtudes do próximo e não de seus defeitos e através da palavra "confessar uns aos outros dos seus pecados" (Tg 5.16) para que sejamos curados.
4o) Não ceda ao impulso de falar, de responder, de reagir imediatamente. Busque a direção do Espírito: "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar (Tg 1.19). Nossa primeira reação diante de algo que nos ofendeu ou nos magoou é reagir imediatamente com palavras duras. É muito comum depois nos arrepender por não termos permanecido calados. A coisa é tão séria que a Bíblia chega a dizer que "maior é aquele que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade" (Pv 16.32). Mas não tem jeito: ou o Espírito nos domina ou seremos dominados pelo nosso gênio. E depois agüente as conseqüências.
Por isso, não fale nada que não edifique. Não fale nada pela carne. Não fale nada quando estiver com raiva. Não fale nada que você venha a se arrepender mais tarde. Não fale nada que diminua o seu irmão.
Não fale nada fora de hora. Faça como Abigail que esperou o marido ficar sóbrio para lhe contar o que fizera; fale na hora certa, no momento certo...
Não fale nada se não tiver algo a dizer. Saiba que a presença silenciosa de um irmão ao lado de quem sofre traz mais conforto que uma multidão de palavras.
Não fale qualquer coisa, não fale por falar. Se tiver de exortar ou corrigir, fale chorando, fale com dor, fale com amor, fale com temperança, mas não fale nada além do necessário.
Não banalize a palavra, seja comedido no falar, fale com sabedoria. Se você fala pouco e com discrição, vão lhe procurar para ouvi-lo. Se você fala muito, se você fica repetindo a todo momento sempre as mesmas coisas, você está banalizando a palavra. As pessoas vão te escutar, mas não vão te ouvir.
Deus criou o mundo pela palavra. As palavras têm poder: podem criar, mas também podem destruir. Quantos casamentos e quantas igrejas sofrem pelo nosso mau uso da palavra (e depois a culpa recai em Satanás). Palavra é para ser benção. Quando falar, fale só para abençoar.
A oração que fazemos a nosso Deus é: "Senhor, ensina-nos a falar somente o necessário, somente o que edifica somente o que traz vida. Que a nossa boca não seja ora uma fonte de benção, ora de maldição. Amém!"

Daniel Rocha

Pastor da Igreja Metodista em Itaberaba, e psicólogo

PLACEBOS ESPIRITUAIS


Há certos tipos de doenças que somente aquele médico sensível reconhecerá que não se resolve com remédio. Mas como o paciente por vezes não aceita sair do consultório sem levar consigo alguma receita, é hora, então, do doutor abrir a gaveta e dar-lhe um frasco de comprimidos cujo único componente básico é a inofensiva farinha de trigo, ou seja, um placebo.

Placebo vem do latim “placére” e significa “ser do agrado, prazeroso”. Placebos dão alívio momentâneo, ajudam a aplacar a dor e fazem a pessoa imaginar que está tudo bem.

Entretanto, há doenças instaladas no homem que carecem de um corretivo total e completo, e somente o Evangelho pode dar. Porém, esse remédio pode parecer por demais amargoso, e então, para amenizar os sintomas do mal-estar da alma, recorre-se a alguns artifícios: há o placebo-compras, placebo-noitadas, bebidas, drogas, sexo... que parecem fazer bem enquanto seus efeitos perduram.

Concordo que até mesmo a religião pode ser um placebo. E de fato é quando ela pretende anestesiar a consciência e retirar a pessoa da luta da vida, alterando o seu emocional nos instantes de culto, sem, entretanto dar-lhe respostas que tocam a totalidade de seu ser. Foi o que Marx observou quando disse que a “religião é o ópio do povo”. Ele estava correto na sua constatação. Não é justamente isso que acontece quando tantos se alienam num mundo de religiosidade, que ao invés de libertar, manieta?Quantos fazem da religião um lugar para verem atendidos seus objetos de desejo? Outros, por conta de suas crenças, se retiram do mundo e já não se consideram responsáveis por mais nada nesta terra. Marx tinha razão: para estes, religião é narcótico, é anestésico, é um opiáceo.

Mas isso não é o Evangelho de Cristo, que atinge o homem em suas estruturas e em suas entranhas de forma cabal, nem a bíblia é um placebo metafísico, nem o discípulo de Cristo é um resignado com a situação, nem igreja é lugar para se refugiar uma vez por semana e receber ali uma dose forte na veia para agüentar os outros seis dias. Evangelho não tira a pessoa do mundo, não doura a pílula, não esconde ninguém numa caverna. Jesus rejeitou peremptoriamente a proposta de Pedro para fazerem três tendas e habitarem todos no monte da transfiguração: “Pedro, você não sabe o que fala”. Ou seja: “Pedro, não é aqui em cima em meio à luz brilhante o nosso lugar: a nossa missão é lá embaixo, na escuridão, junto ao povo”.

Evangelho não é sessão espírita, não é busca de êxtases, nem conversa com anjos. Fé cristã não é rebaixamento da consciência, mas é libertação da mente e do espírito de todas as suas amarras, preconceitos e de todo conformismo. Os profetas de Deus foram todos eles contestadores do “status quo” – e pagaram caro por isso. Quando os apóstolos chegaram a Tessalônica, disseram deles: “estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui” (Atos 17.6).

Vivemos uma época de “teologia da caixinha de promessas”, onde não se lê a Palavra, não se busca vida nela, mas se toma uma drágea de versículo-placebo para passar o dia feliz. Multidões vão ao delírio quando pastores gritam do púlpito uma série de placebos-chavões. Afinal, é isso que querem ouvir. O mesmo vale para os eventos de massa do mundo musical gospel, que a julgar pela qualidade e conteúdo, ao invés de capacitar o cristão para a luta diária, acaba tornando-o sério candidato a uma lobotomia.

Estamos no mundo não para concordarmos com ele ou conformarmo-nos, mas para dizer que não aceitamos seus princípios, não engolimos suas mentiras, não cedemos aos seus encantos. Por isso que seguir a Cristo não é para pusilânimes, nem para quem busca conforto.

Nossa postura não é de quem está à vontade neste mundo, e nem como um antigo cântico retratava: “somos um povo alegre e mui feliz”. Na verdade, o cristão bíblico está mais para perplexo e não-conformado. Se considerarmos que tudo o que aí está expressa a vontade de Deus, então eu deveria apoiar e não lutar contra isto.

Por mais confortadores que sejam os placebos espirituais, não é possível viver de forma madura somente se alimentando deles. Jesus Cristo é o choque de realidade que todos precisamos levar. Não é com esse evangelho água-com-açúcar que vamos chegar a algum lugar.

Igreja é mero placebo para quem vai como distração, para quem toca seu instrumento sem coração, para quem ora sem paixão e para quem Deus é só mais um objeto de adoração.

Cuidado!

Daniel Rocha, Pastor da Igreja Metodista, e psicólogo


SÍNDROME DE BURNOUT: O ESGOTAMENTO DA ALMA


“Porque nós também somos fracos Nele, mas viveremos com Ele,
para vós outros pelo poder de Deus” (2Co 13.4b)

Talvez você nunca tenha ouvido falar da Síndrome de Burnout, mas caso exerça liderança na igreja, seja como pastor (a), diácono, professor, ou é um educador (a), assistente social, enfermeiro (a), ou se sua profissão ou vocação é cuidar de pessoas, mantendo com elas um contato próximo, saiba que você é um potencial candidato de, mais cedo ou mais tarde, vir a desenvolver alguns sintomas da síndrome.
O termo “Burnout” vem de burn (queima) e out (exterior), é uma expressão idiomática para designar “aquilo que deixou de funcionar, estragou”, mostrando que a pessoa entrou em “combustão” física e emocional, resultado de um estresse ocupacional. As primeiras observações dessa síndrome vêm dos meados da década de 70 quando pesquisadores passaram a notar o desgaste, a irritação e a afetação do humor dos profissionais da área da saúde.
Todos aqueles de quem se espera direcionamento, solução de problemas, respostas e ajuda, tornam-se suscetíveis a desenvolver tal síndrome. Às vezes a pessoa atinge um grau tão devastador de cansaço físico e emocional, que a leva a uma total desmotivação (“não posso mais”) e desinteresse (“não quero mais”). É quase uma desistência dos ideais que outrora abraçou e defendeu. É o esgotamento da alma, um cansaço que nenhum fim de semana consegue resolver ou amenizar.
Alguns sintomas psicossomáticos podem surgir, tais como enxaquecas, insônia, hipertensão e gastrite. No comportamento, incapacidade de relaxar e irritabilidade. Emocionalmente há um distanciamento afetivo, dificuldade de concentração, apatia, hostilidade e sarcasmo. Passa a ter uma conduta negativa em relação aos alunos, clientes, colegas de trabalho, e na vida igreja, em relação aos irmãos e também à instituição religiosa. Embora não seja propriamente um problema de origem espiritual, é inegável que afeta o espírito e o relacionamento com Deus.
É interessante notar que inúmeros personagens bíblicos também desenvolveram reações negativas justamente a partir do adoecimento de suas relações interpessoais. Moisés quase desfaleceu ao lidar com o povo, a ponto de seu sogro intervir para salvá-lo daquela situação; Elias teve um esgotamento, Jeremias um incompreendido até por seus familiares próximos e amigos tornou-se sorumbático crônico, Paulo mortificava seu corpo para atender os reclamos de uma igreja exigente e ingrata.
Não somos melhores que eles, ao contrário, compartilhamos das mesmas fraquezas (Tg 5.17). Não somos “super-crentes”, nem estamos imunes às doenças da alma. Perceber-se doente não é vergonha ou demérito. Aliás, Paulo ensina: “se tenho de gloriar-me é somente no que diz respeito à minha fraqueza” (2Co 11.30).
O perigo é não reconhecer-se doente e ignorar os sinais que vão se manifestando ao longo do tempo. Embora, a princípio seja um problema relacionado à atividade profissional/vocacional é inegável que seus efeitos destrutivos atingirão as outras áreas da vida. Pastores não conscientes de estarem enfrentando essa exaustão que consome e esgota a alma, tentam procurar culpados por sua inadequação pessoal, e líderes cansados projetam na congregação seus “verdugos” atormentadores, que na verdade não estão fora, mas dentro deles mesmo. O resultado é cinismo, distanciamento, linguajar duro, ironia, e uma indisfarçável desesperança.
Duma certa forma, as frustrações ao longo do caminho, o não-reconhecimento, excessiva pressão externa e uma exagerada cobrança interna – perfeccionismo – aliados à incapacidade de perceber os próprios limites, podem abrir as portas para o início de uma síndrome.
Por outro lado, a humildade em perceber-se doente e um espírito flexível capaz de permitir-se mudar nas posturas inadequadas, são ingredientes básicos para não se deixar cair e ficar prostrado. E é claro, manter uma fé inabalável Naquele que por ser Senhor de tudo, pode até mesmo transformar essa fraqueza em glória. Procure ajuda, e não fique remoendo sozinho suas dores: a família agradece e o deserto encurta.

Pr. Daniel Rocha

domingo, 24 de outubro de 2010

Boletim Médico das últimas horas de Jesus Cristo

Leia atentamente:


Relato aqui a descrição das dores de Jesus feita por um grande estudioso francês, o médico Dr. Barbet : dando a possibilidade de compreender realmente as dores de Jesus durante a sua paixão. "Eu sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei a fundo anatomia. Posso portanto escrever sem presunção."
01. Jesus entrou em agonia no Getsemani - escreve o evangelista Lucas – orava mais intensamente. "E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra". O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas . E o faz com a precisão dum clínico. O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. Produz-se em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
02. Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.
Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.
03. Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que aqueles da acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).
04. Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.
05. Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la é atroz.
Alguma vez vocês tiraram uma atadura de gaze de uma grande chaga? Não sofreram vocês mesmos esta experiência, que muitas vezes precisa de anestesia? Podem agora vos dar conta do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Como aquela dor atroz não provoca uma síncope?
O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos; horrível suplício! Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apóiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. No mesmo instante o seu pólice, com um movimento violento se posicionou opostamente na palma da mão; o nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se, como uma língua de fogo, pelos ombros, lhe atingindo o cérebro. Uma dor mais insuportável que um homem possa provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos. De sólido provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. Pelo menos se o nervo tivesse sido cortado!
Ao contrário (constata-se experimentalmente com freqüência) o nervo foi destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha.
A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregaram dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos o laceraram o crânio. A pobre cabeça de Jesus inclinou-se para frente, uma vez que a espessura do capacete o impedia de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudíssimas.
Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. As feições são impressas, o vulto é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos se curvam. Diria um ferido atingido de tétano, presa de uma horrível crise que não se pode descrever. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.
Jesus atingido pela asfixia, sufoca. Os pulmões cheios de ar não podem mais se esvaziar. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Que dores atrozes devem ter martelado o seu crânio!
Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus tomou um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforçando-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração se torna mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.
Porque este esforço? Porque Jesus quer falar: "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem".
Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés, inimaginável!
Enxames de moscas, grandes moscas verdes e azuis, zunem ao redor do seu corpo; irritam sobre o seu rosto, mas ele não pode enxotá-las.
Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura se abaixa.
Logo serão três da tarde. Jesus luta sempre: de vez em quando se eleve para respirar. A asfixia periódica do infeliz que está destroçado. Uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancaram um lamento: "Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?". Jesus grita: "Tudo está consumado!". Em seguida num grande brado disse: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito".
E morre.
Ele fez tudo isso por amor a você!
E você, o que faz por ele?!?
Abraços,

Servir - Tarefa Nobre

"AGORA, FILHOS MEUS, NÃO SEJAIS NEGLIGENTES: POIS O SENHOR VOS TEM ESCOLHIDO PARA ESTARDES DIANTE DELE PARA O SERVIRDES, E PARA SERDES SEUS MINISTROS E QUEIMADORES DE INCENSO."

II CRO.29:11.

INTRODUÇÃO

Servir, e seus vocábulos derivados, aparecem em toda a Bíblia, o dicionário define como: prestação de serviço na qualidade de criado, viver ou trabalhar como servo. Servo: que não é livre, sua vontade está condicionada a sua posição de escravo.

Servir é um verbo utilizado pelo Espírito Santo, na Palavra Escrita, para identificar nossa posição espiritual diante de Deus, e é o titulo preferido e único de Deus, ao dirigir-se a seus filhos.

Servir: Tarefa nobre – gratificante – sublime.

SERVIR NO PANORAMA BÍBLICO



Em Gênesis 15:14, mesmo quando Abraão não tinha nenhum descendente, Deus informa que eles seriam servos no Egito, por 400 anos, no transcorrer da historia apareceram os Filisteus, Assírios, Babilônios e Romanos, e voltam a ter experiências temporárias amargas neste contexto.

No mundo do Novo Testamento, dominado pelo Império Romano, havia seis milhões de servos (doulos, escravos), e muitos desses servos aceitaram a Jesus como Salvador e pelo batismo em águas, foram admitidos como membros da igreja nascente, eram tantos nessa condição que Paulo Apostolo incluiu na formação da base doutrinaria, regras e disciplinas na formação do comportamento, para a classe, e como procederem na nova posição espiritual, refletindo o caráter de Cristo em suas ações e forma de comportamento, para um estudo mais completo utilize os textos: Tito 2:9,10; Ef. 6:5-9; Col. 3:22-25; e I Tm. 6:1,2.
Jesus em seu ministério terreno e publico, encontrou e atendeu, curando uma pessoa nessa situação, e o que mais me impressionou foi que o seu senhor é quem procurou e fez o pedido de cura, Lc.7:2,3; Mt. 8:5-8. Temos uma carta-epistola, endereçada a um tal Filemom, um senhor crente, proprietário de um sitio em Colossos, e possuía escravo a seu serviço, certamente adquiridos no mercado de escravos, tão comum naquela época, ate que um dia, um desses escravos, com o nome de Onésimo, fugiu, quando percebeu que estava em um beco sem saída, e tomando conhecimento da gravidade do ato praticado, as leis eram severas, a única alternativa que lhe veio à cabeça, foi procurar o Apostolo Paulo, na prisão em Roma, capital da Itália, conhecia Paulo das visitas pastorais que fazia a Filemom, e aceitou a Jesus como Salvador, veio com o tempo destacar-se como pregador, e Paulo Apostolo, escreveu uma carta comovente solicitando o perdão para o mesmo, e tudo leva a conclusão que Filemom deu alem do perdão a liberdade para Onésimo.


O TRATAMENTO PREFERENCIAL DE DEUS: "MEU SERVO"


Mt.12:18, “Aqui está o meu Servo”. Usando o pronome possessivo, Deus não utiliza as nossas credencias, títulos e outros, adquiridos por honra, formação ou serviços prestados, no vernáculo de Deus, gente grande é tratada como servo, quando Ele dirige-se a nós Ele usa um termo que é cabível a todos, pequenos e grandes.
Pela experiência espiritual, com o dom da profecia, quando Deus através do Espírito Santo, quer exortar, edificar ou consolar, dirige-se dizendo: Assim diz o Senhor: “Meu servo”... Servir de todo o coração, Js.22:5, fala de dedicação total, entrega completa, sem reserva, por inteiro no serviço do Mestre.
O servo ouve e cumpri com as obrigações: Jesus contou a historia ilustração de um servo que recebeu as ordens do seu Senhor para ir trabalhar no campo ou no dever de cuidar das ovelhas, e quando voltou para casa, após o sol se pôr, recebe novas ordens, para servir o jantar ao seu senhor, nem assim ele recebeu agradecimentos, porque está apenas fazendo o seu dever. Moral da historia: O servo ouve, obedece e executa as ordens do seu senhor, Lc.17:7-10.
I Sm.3:9,10, “Fala Senhor porque o teu servo ouve”. Aprendemos com a experiência na vida do Profeta Samuel, que Deus só fala com servo, no versículo 8, por três vezes Deus havia procurado. Deus alem de falar Ele também mostra aos seus servos as coisas que devem acontecer, Apc.1:1. Espelho modelo, onde reflete o exemplo de uma dedicação total, é gratificante, podemos tomar como referencia a vida do profeta e juiz de Israel, Samuel, quando criança servia ao Senhor Deus, I Sm.2:11, e na mocidade continuava servindo ao Senhor, I Sm.3:1, e na meia idade para o fim, permanecia no mesmo propósito, servia a Deus de todo o coração, nas mais diversificadas áreas do ministério, no seu geral, são poucos os que servem a Deus por inteiro.


OS APÓSTOLOS USAM A CREDENCIAL DE SERVO


Apóstolos, referencia mundial no contexto e conceito das igrejas cristãs, no campo das relações pessoas, se apresentavam com a identidade de servo, na verdade no contexto profano, um termo degradante, humilhante no campo social, no entender de Deus, ilustre, digno de honra, é difícil quando o ser humano, não tem a mente de Cristo, para compreender os valores eternos. O dicionário da Divindade e seus respectivos sinônimos tem um conceito bem diferente do nosso, para certas palavras. Referencias para conferir: Fil.1:1; Tito 1:1; Tg.1:1; II Pd.1:1.
Escolhidos, selecionados para servir, II Cro.29:11, servir a Deus é o objetivo da chamada, a missão de servi-lo é que determina a seleção.

AS FORMAS DE SERVIR



a)De todo o coração. 1) Buscar a Deus.

b)Servir com a consciência, Hb.9:14. 2) Servir a Deus.

c)Servir sem medo, Lc.1:74. 3) Amar a Deus.

d)Servos da justiça, Rm.8:18. 4) Obedecer a Deus.

e)Serviço completo, Apc.7:15. 5) Confiar em Deus.

f)Servir com os recursos, Lc.8:2,3. 6) Seguir a Deus.


Conclusão:

No dicionário divino, servo é uma posição especial, de valor, nobre, ilustre – que se distingue por qualidades dignas de louvor, notável e preciosa. Seja você também um SERVO.

sábado, 23 de outubro de 2010

Ele foi embora...

Certa vez ouvi do Dr. Shedd que no Brasil nós temos aproximadamente trinta milhões de desviados. Junta-se a isso o fato de que o número de pessoas que “borboleteiam” de igreja em igreja é de impressionar. Para confirmar isto, basta olhar para boa parte de nossas comunidades que perceberemos que muitos dos nossos irmãos migraram de igreja no mínimo três vezes nos últimos três anos.

Um estudo recente realizado pela LifeWay Research com 469 pessoas apontou as causas pelas quais elas deixam, de ir à igreja. De forma geral, 59% das pessoas que saíram da igreja disseram que a causa foram às mudanças na situação de vida. De acordo com o estudo, 19% dessas pessoas simplesmente tornaram-se ocupadas demais para freqüentar a igreja. Outros 17% apontaram as responsabilidades para com a família como sendo a razão principal. Ainda foram mencionadas a situação no trabalho, divórcio e mudança como influenciadores nesse distanciamento.
Outra razão comum para deixarem de ir à igreja segundo a pesquisa é a decepção com o pastor/igreja. Dos entrevistados, 37% citaram esse item. Segundo a LifeWay, 17% das pessoas disseram que os membros da igreja eram "hipócritas" e "julgadoras dos outros" e 12% apontaram que a igreja era conduzida por uma "panela que desencorajava o envolvimento". Ainda, 80% dos que deixaram a Igreja não têm uma crença firme em Deus, o porquê de eles priorizarem o trabalho e a família em relação à igreja. Entre as dez principais razões para as pessoas saírem da Igreja, somente duas eram espirituais. Parte dos entrevistados, 14%, disseram que a igreja não estava contribuindo para o seu desenvolvimento espiritual, enquanto outros 14% disseram que pararam de acreditar em uma religião organizada.
Isto posto, gostaria de levantar outra questão: Será que o fato de tantos se “desviarem” em nosso país não se deve em parte a pregação de um evangelho humanista e hedonista onde o objeto final é a satisfação humana? Ora, neste Brasil de meu Deus encontramos uma variedade enorme de igrejas que anunciam o evangelho de Cristo segundo o gosto do freguês. Para estes o que importa é a satisfação pessoal do clientes.
Infelizmente os assuntos abordados nos cultos são humanistas e a inspiração para a homília vem exclusivamente da psicanálise. Além disso, segundo a vontade do freguês a música cantada deve ter as mais variadas manifestações, do mantra ao funk, o que importa é atrair o cliente. A palavra do pastor tem que ser para cima. Falar em pecado é contra produtivo, não leva a lugar algum, é melhor falar de vitórias, de bênçãos e prosperidade. Quanto ao culto tem que ser descontraído e animado, com muitas luzes e atrações. Teatro, dança, muito louvor e uma pequenina palavra de poucos minutos devem constituir a liturgia, até porque, o freguês tem que se sentir bem, porque caso contrário ele não volta e aí é prejuízo na certa.
Pois é cara pálida tempos dificeis estes o nosso.
Pense nisso!

Renato Vargens

É DA VONTADE DE DEUS?

"Será que é da vontade de Deus?" "Como achar a vontade de Deus?" "E se não for da vontade de Deus?" São indagações muito comuns entre os crentes. Espero que este artigo venha ajudar a muitos a acharem a vontade de Deus nas decisões que têm que tomar e viver com paz e segurança.

Vamos supor que você tenha errado nas decisões e esteja sofrendo as conseqüências. Há remédio para essa sua situação? Talvez não haja soluções simples e talvez não seja possível você voltar atrás e desfazer o que fez. Deus, porém, sempre tem alguma solução. Nada é difícil demais para Deus; só que pode não ser exatamente como você pensa. Será infinitamente mais e melhor do que você pensa ou pede.
Quantas vezes você deve ter lamentado: "Ah! Se eu soubesse o que eu sei hoje, na teria feito o que fiz no passado!" Mas adianta lamentar? Resolve? Não!
Como o discípulo Pedro disse a Cristo Jesus, muitas vezes eu também digo, é claro que numa situação bem diferente da de Pedro, mas que me faz igualmente correr aos braços do Senhor: "A quem irei eu? Tu tens a palavra da vida!" O Senhor nosso Pai é tão bondoso! Ele tem sempre um jeito de resolver a nossa dificuldade. Basta humildemente recorrer a Ele e depositar n´Ele a nossa confiança. Ele é tão poderoso e soberano que pode transformar em bem os estragos de nossas decisões erradas. Bondosamente Ele nos consola e nos guia em outros atalhos e nos coloca de volta na rota certa.
Graças a Deus, eu aprendi a amar e a valorizar a Palavra de Deus, a tal ponto que verdadeiramente creio que ela é a lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho (Salmo 119:105). Creio que a Palavra de Deus é poderosa a ponto de estar sustentando até hoje os planetas nas suas órbitas. Tudo se procria por causa da palavra proferida no dia da criação. As leis da Física, da Química, da Botânica, Biologia, etc. se cumprem naturalmente sem nenhum esforço, por causa da palavra que saiu da boca do nosso Deus. E dessas palavras de Sua boca é que nós também viveremos se as obedecermos.
Colocarei aqui algumas pistas que nos levam a achar a vontade perfeita de Deus. Lembremos que há uma condição para estas pistas: "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, a agradável e a perfeita vontade de Deus." ( Rm 12:2)
Para a segurança do crente, todas as seguintes pistas devem estar alinhadas por um prumo, que é a Bíblia. Todas as pistas são, de uma forma ou de outra, baseadas na Palavra.
Primeira pista - A Palavra de Deus, a Bíblia: Em geral, eu busco a Palavra, folheando a minha Bíblia ou tentando me lembrar de algo que já tenha estudado ou escutado. Busco às vezes por muitas horas e dias, outras vezes num instante incrível. Busco até que o meu espírito se alegra e tem convicção que provém de Deus. Chamo isso de revelação da Palavra.
Outras vezes, procuro me lembrar dos princípios de Deus. Deus se move por princípios e é por revelação também que aprendemos Seus princípios que permeiam a Bíblia. Por isso a leitura da Bíblia diária e sistemática é muito importante.
Segunda pista - A paz e a alegria no nosso coração: Quando estamos realmente sinceros para aceitar a vontade de Deus, não importa se esta requererá de nós o abandono de certos hábitos, ou de certos pecados ou de certas amizades ou certas vontades, não seremos enganados pelas nossas emoções. A paz e a alegria serão a resposta à nossa indagação ("porquanto Deus lhe responde na alegria do seu coração." - Ec 5:20). Um coração sincero e pronto para obedecer a Deus, dificilmente será enganado. Mas quando já nos apegamos a certas vontades e idéias e não queremos abrir mão delas, seremos tendenciosos nas conclusões e ficaremos mais confusos ainda.
Terceira pista - Evidências das circunstâncias: Muitas vezes, alguns acontecimentos mostram evidências ao longo do nosso caminhar. É bom prestarmos atenção em possíveis respostas ou evidências que imaginamos que sejam parte da respostas aos nossos desejos. Para colocar pedidos de provas a Deus, é claro que não vamos colocar sinais absurdos. Podemos colocar prazos e sinais, mas também devemos ser honestos quanto a esses dados. Por isso devemos pensar bem nesses prazos e sinais, para não ter que mudá-los quando não gostamos das respostas ou não as entendemos.
Em momentos difíceis, o Espírito Santo tem me inspirado nos sinais a colocar diante de Deus. Ele tem me dado idéias boas. Conte com o Espírito Santo como seu melhor amigo. Alías, até Jesus Cristo nos aconselhou que ouvíssemos a voz do Espírito Santo.
Não é seguro ser místico e não ter os "pés no chão" e nem é tampouco seguro ser racional demais. É preciso ter certo equilíbrio. Uma vida constante de comunhão com Deus e leitura bíblica, nos guarda de muitos erros. Creia na soberania de Deus. Ele o ajudará a entender as evidências ao seu derredor.
Quarta pista - Profecias: Podemos pedir profecias por meio de profetas que não estão a par de nossa busca de resposta. Não devemos ir a eles com se fossem adivinhas, mas em muita oração, podemos esperar deles uma palavra do Senhor. Em caso de dúvidas. Podemos recorrer a outros profetas também para confirmações.
O dom da profecia e o dom do profeta foram colocados por Deus na Igreja, a fim de edificar e ajudar os cristãos a crescerem na semelhança de Cristo Jesus. Então, é da vontade de Deus que recorramos aos profetas do Senhor. É claro que existe todo cuidado com relação às profecias e à pessoa do profeta, que é outro assunto. Desde o Velho Testamento até o Novo, sempre existiram profetas e Deus falou através deles e há inúmeros exemplos na Bíblia.
Quinta pista - Provisão divina: Como parte de confirmação, devemos esperar pela provisão. Quando a vontade do Senhor se realiza, Ele se torna responsável do "negócio" e Ele providencia todos os recursos: financeiros, conexões com pessoas chaves e no tempo certo.
Enfim, lembramos de algumas promessas: "Aquele que nem mesmo a seu Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?" (Rm 8:32)
"Ora, Àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém." (Ef 3:20,21)
"A paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus" (Fp 4:6,7)
Um conselho: Não tome passo algum se não tiver convicção do seguinte. É preferível permanecer onde está até que o seguinte passo lhe for confirmado. Mas quando confirmado, não titubeie. Aja imediatamente com FÉ no amor e na soberania do Senhor.
Às vezes, com uma pista apenas você pode sentir convicção de que é Deus confirmando a sua decisão. Aja com fé n´Ele. Ele o sustentará sempre! Ele jamais o deixará.
Se errar, não se desanime. Continue buscando e você vai aprender a ouvir a voz do Senhor que o ama muito. Mais do que você e os seus queridos que "torcem" por você, o nosso Pai é quem mais tem interesse que você acerte e viva seguro e alegre cumprindo o seu destino aqui na terra.


Sarah Hayashi

Fé (O Poder do Livre Arbítrio)

Com toda a certeza, se tem uma palavra que traduz uma expressão, e da qual o Senhor Deus muito se agrada esta é a fé. Fé significa atitude de confiança, que um ser humano empreende naquilo, ou naquele, que não vê. É a ação voluntária, movida pelo Livre Arbítrio.



Deus espera que o ser humano tenha atitudes consoantes as regras que Ele tem deixado sobre a terra ( Bíblia).
Conforme o tema em questão, observemos algumas passagens bíblicas.
1-Em Hebreus onze temos a famosa galeria dos heróis da fé. Conforme as abundantes passagens deste capitulo, veremos que todos os personagens tiveram que desprender alguma ação ou atitude; isto demonstra que não eram inertes nem tampouco predestinados.
Na história de Abraão encontraremos a expressão de que, tendo Abraão crido em Deus, isto lhe foi Imputado por Justiça. Ora! Como imputar por justiça a atitude de alguém que já estivesse predestinado, ou seja; programado para corresponder de acordo com o desejado? Que galardão merece alguém que não teve escolha em sua atitude?
Muitos se enganam quando lêem que Deus é o autor e consumador da nossa fé. Isto não significa que Deus tenha criado a fé em nós, mas sim, que Ele tenha criado o meio (redenção no sangue de Cristo), para desenvolvermos a nossa fé; pois quem tem fé tem-na em algo, ou alguém. Deus nos proporciona toda condição para crermos; por isso é que o Evangelho de João, revela que o Espírito Santo busca nos convencer, do pecado, da justiça, e do juízo. Ora, se busca nos convencer, está claro que não somos predestinados. O Espírito Santo trabalha, mas a decisão é nossa, pelo nosso livre arbítrio.
2- Em João 3.16 a salvação é para quem crê, e não para quem está predestinado.
3- Efésios 2.8 diz que, pela graça somos salvos mediante a fé. Graça significa favor imerecido, ou seja, o sacrifício de Cristo por nós. Hoje não temos mais que oferecer os sacrifícios exigidos pela Lei, mas basta-nos crer que o grande e eterno ritual de purificação já foi cumprido na aspersão do sangue de Cristo. Quando na seqüência é dito que isto não vem de vós, mas que é dom de Deus; a expressão isto se refere ao grande sacrifício, que passa a instituir o Tempo da Graça, o qual nenhum de nós poderia realizar, para que toda Lei fosse cumprida. Jesus disse que não veio destruir a Lei ou os profetas; não veio ab-rogar, mas cumprir (nós não poderíamos), por isto estamos no tempo da graça, ou Dispensação da Fé, daí o Senhor Jesus declarar que, SE tu creres, verás a glória de Deus. (use seu Livre Arbítrio e creia).
4-Hebreus 11.6 diz que sem fé e impossível agradar a Deus. Ora, se eu agrado a Deus com a minha fé, significa que o desagrado na falta da mesma; contudo, se eu não tivesse Livre Arbítrio, nenhuma das situações seria uma realidade.
5-Hebreus 10.38 diz que o justo vivera da fé, e se ele recuar, Deus não terá prazer nele.
Permita-me perguntar, como pode a Bíblia falar de crer e recuar, se eu não tivesse Livre Arbítrio.
6- Mateus 6.30. Jesus reprovou a pequena fé. Isto quer dizer que poderiam ter tido outra atitude; tinham Livre Arbítrio, e não eram predestinados.
7- Mateus 8.10. Jesus exaltou uma atitude de fé; logo, o homem possuía Livre Arbítrio.
8- Mateus 9.22. Mais uma exaltação a uma atitude de fé (logo, era livre).
9- Em Mt.15.28 Jesus engrandece a fé, e em Mt.23.23, acusa a homens de terem negligenciado a fé. (onde esta a predestinação?)
10-Embora nunca me utilize da opinião dos apóstolos para fundamentar uma doutrina, o entendimento de Paulo em Rm. 3.28 e Rm.5.1, também é de que a justificação seja exclusiva mediante a fé.
Existem centenas de passagens bíblicas que enfatizam fé e livre arbítrio, em detrimento à predestinação, mas logicamente não tenho tempo para expô-las.
Jesus disse, para irmos por todo mundo e pregarmos o Evangelho, e até que provem o contrário, Evangelho é aquilo que Ele já havia falado e ensinado aos discípulos, portanto, Mateus, Marcos, Lucas, e João, o Evangelho profetizado, ou melhor, visto por Ezequiel, em sua visão tempestuosa. Permita-me só mais uma lição. O Evangelho é composto por quatro livros, porque o número quatro representa os pontos cardeais, e faz alusão a uma situação que abrangerá toda a terra. Qualquer doutrina ou regra para a Igreja, somente terá razão de ser, se vier pelos lábios do Senhor Jesus; pois Ele é o fundador da Igreja, e não deixou permissão para que ninguém dirigisse a sua casa criando normas, mas sim, submetendo-se as regra pré-fixadas. Qualquer norma ou regra que esteja fundamentada somente em outras partes das Escrituras, certamente é herética.
Encerro dizendo que, quando Paulo fala em Efésios, que Deus nos predestinou, ele diz em Cristo Jesus. Ou seja, uma vez em Cristo, só nos restará ser salvos, pois Jesus é a porta, quem Por Ele entrar, sairá e achará pastagem. Portando Paulo não diz simplesmente predestinou, mas predestinou em Cristo Jesus, e ele mesmo em II Cor. 5.17, afirma que se alguém está em Cristo será nova criatura.
Preferindo a morte antes a predestinação, encerro, desejando a todos a remissão na lavatura do sangue de Cristo (Apoc. 22.14).

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A Bíblia não exclui a Verdadeira Ciência

É lógico que você tem ouvido e até mesmo se acomodado na opinião de que Bíblia e Ciência não tem relação alguma entre si. Ou que religião e ciência não se misturam. Também a idéia de que Deus não pode ser provado pela Ciência. Todas essas afirmações têm distanciado a crença em um Deus absoluto e ético. A Bíblia não foi escrita para provar alguma verdade científica. Portanto, seria injusto criticá-la por não ser científica.

A Ciência não responde a todos os problemas da humanidade. Ela é apenas um meio para o progresso da sociedade, mas também pode ser manipulada por péssimas intenções para a destruição da mesma, haja vista o Dr. Oppenheimer, coordenador do projeto da bomba atômica americana que arrasou Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945.
A Ciência é resultante da produção humana. A Bíblia não é invenção humana, e sim as "dicas de Deus para o homem fazer da ciência algo útil e benéfico para os seus semelhantes". Veja a declaração de Johann Von Goethe (poeta): Progrida o mundo quanto quiser, desenvolvam-se ao máximo todos os ramos de pesquisa. Nada tomará o lugar da Bíblia.
O cientista Isaac Newton confessa que há mais indícios seguros de autenticidade na Bíblia do que em qualquer outra história. Ele estava certo quando fez essa declaração no século XVII. Em um livro da Bíblia, chamado de Isaías 40.22 lemos: Ele é o que estava assentado sobre o globo da Terra. Imagine só! Isaías prova a esfericidade da Terra quando ainda era o século VIII ªc. A palavra globo é tradução do termo hebraico Khug, que significa esfericidade ou redondeza. Quem ousaria afirmar que a Terra era redonda há 750 anos antes de Cristo? Sobre o papel vital do sangue para a vida física, que hoje sabemos depende do suprimento contínuo de oxigênio, água e alimentos para as células de todo o corpo, lemos em outro livro da Bíblia, Levíticos 17.11: Pois a vida de todo ser vivente está no sangue.
O terrível descrédito sobre a Bíblia tem explicação histórica. A origem está no conflito entre Bíblia e Ciência na questão do centro do sistema solar. Mas, afinal, com quem estava a razão? Segundo o Dr. Eberlin, o astrônomo e físico Galileu foi condenado por blasfemar que o Sol era o centro do sistema solar. O conflito porém foi gerado ao se extrair inferências científicas das Escrituras, sem que houvesse justificativa para elas. A Bíblia não ensina em ponto algum que a Terra é o centro do Universo. O salmista nos diz em Salmos 19.6 acerca do Sol: O sol sai de um lado do céu e vai até o outro lado..., porém do texto não se pode extrair que o Sol literalmente gira em torno da Terra. O mundo é descrito aqui exatamente como ele nos parece a olho nu, em uma perspectiva fenomenológica. O Sol é dito como se movendo através dos céus, como realmente o observamos nas alvoradas e no pôr do Sol, a Terra sendo usada como o referencial estético.
A discriminação de alguns cientistas sobre a Bíblia é desonesta e fruto de pouca ou nenhuma análise sobre a mesma. Bíblia e Ciência podem andar juntas, não que uma prove a outra ou ambas se contradigam, mas que juntas poder contribuir para a melhoria integral da sociedade: a Bíblia orientando segundo a ética divina em como o homem deve fazer o bom uso de sua mente para o bem-estar de toda a sociedade.
Finalizo com Jean Jacques Rousseau (filósofo iluminista): eu confesso que a majestade das Escrituras me abisma, e a santidade do evangelho fala ao meu coração. Vede os livros dos filósofos com toda a sua pompa, quantos são pequenos à vista deste! Pode-se crer que um livro tão sublime e às vezes tão simples seja obra dos homens?
Prof. Shinobu Hino

Histórias do Antigo Testamento

0 Começo


A criação e o pecado - Gênesis 2.4 - 3.24

O primeiro assassinato - Gênesis 4.1-15

Noé e o dilúvio - Gênesis 6.1 - 9.17

A Torre de Babel - Gênesis 11.1-9

O chamado a Abraão - Gênesis 12.1-9

A destruição de Sodoma e Gomorra - Gênesis 19.1-28

Agar e Ismael - Gênesis 16.1-15; 21.9-21

O nascimento de Isaque - Gênesis 21.1-8

Abraão oferece Isaque como oferenda - Gênesis 22.1-19

A história de Jacó - Gênesis 25.19-35.29

A história de José - Gênesis 37-50

Moisés no Egito - Êxodo 1.14

Moisés vagueia pelo deserto - Êxodo 15.22-20.26; 3 1.18-34.35; Números 20-21.25

Os dez mandamentos - Exodo 20.1-17; Deuteronômio 5.1-21

Ba1aão e o rei de Moabe - Números 22-24

Pessoas de Grande Fé no Antigo Testamento

Raabe ajuda os espias israelitas - Josué 2

Josué, estrategista militar - Josué 3; 6

Débora, uma mulher de poder e juízo - Juízes 4-5

Gideão, o conquistador - Juízes 6.11-8.32

Sansão, homem de grande força - Juízes 13-16

Rute, mulher leal e devota - Rute 1-4

Samuel, o profeta que escutou a Deus - I Samuel 1-3; 7-10; 12; 15; 16

Saul, primeiro rei de Israel - I Samuel 8-11; 13; 15; 28; 31

Davi, o rei pastor - I Samuel 16-27; 2 Samuel 2; 11; 29-30.25; 12; 15.1-8; 18; I Reis 1.1-31; 2.1-11

Salomão, o Rei sábio - I Reis 2.12-11.43

Elias, o grande profeta - I Reis 17-19; 21; II Reis 1

Eliseu, sucessor de Elias - II Reis 2; 4-7.2; 13.14-21

Neemias, um construtor heróico - Neemias 1; 2; 4

Ester, uma rainha valente - Ester 1-10

Daniel, um profeta de valor - Daniel 1-6

Jonas, o missionário renitente - Jonas 1-4

As causas das retaliações

As causas das retaliações são explicadas no livro “Por Trás das Bençãos e Maldições”, escrito pelo Bispo Rodovalho. No capítulo é descrito que uma das causas é fazer guerra espiritual sem cobertura.

Em Mateus 16:18 Deus diz que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja. Não diz a Palavra que as portas do inferno não prevalecerão contra um indivíduo. Como já dissemos no capítulo dois, às vezes uma pessoa vai a guerra espiritual sozinha. Então, está desprotegida, está sem cobertura espiritual.
Um dos princípios que eu nunca havia entendido na Bíblia sobre a autoridade espiritual está em I Samuel 8:5. Para Israel fazer guerra contra os amalequitas foi necessário estabelecer o reino, ou seja, haver rei sobre um exército – autoridade e cobertura espiritual. Deus jurou guerra aos amalequitas para sempre. Jurou aniquilar aquela nação por causa de sua oposição contra Israel quando este subia do Egito. Em Êxodo 17:14 diz: “Então disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e repete-o a Josué; porque eu hei de riscar totalmente a memória de Amaleque de debaixo de céu”. Contudo, a nação de Israel tomou posse da terra e ficou anos e anos, centenas de anos, sem cumprir a palavra que Deus dera por meio de Moisés.
Deus só fez a primeira guerra contra Amaleque após quatrocentos anos, em I Samuel 15. Deus ordena que Saul lute contra os amalequitas. Diz Deus: “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Castigarei a Amaleque pelo que fez a Israel; ter-se oposto a Israel no caminho, quando este subia do Egito. Vai, pois, agora e fere a Amaleque, e destrói totalmente a tudo que tiver”.
Por que só agora Deus está fazendo vingança da luta que Amaleque teve êxito no capítulo 17 de Êxodo contra Moisés? A resposta é porque o reino ainda não estava estabelecido. Saul foi o primeiro rei de Israel. Antes dele nenhum rei havia, apenas juízes. Para haver guerra é necessário haver exércitos. Para haver exércitos é necessário haver autoridade – rei. A figura de autoridade não havia ainda sido estabelecida. Ela foi estabelecida com Saul. A partir disso, então, iniciou-se o processo de guerra espiritual. Se você não tem nenhuma autoridade espiritual sobre sua vida, não suba para a guerra espiritual, é um risco, pode haver retaliações. Você pode receber consequências sérias em sua vida, emoções, família, finanças, como retaliações do inimigo, por você estar sozinho nesta guerra espiritual.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

HOJE NÃO, AMANHÃ


“Falou Moisés a Faraó: digna-te dizer-me quando
É que hei de rogar por ti, pelos teus oficiais e pelo teu povo,
Para que as rãs sejam retiradas de ti e das tuas casas....
Ele respondeu: Amanhã.” (Ex 8.9-10)

Faraó e seu povo já haviam sofrido a primeira praga, quando a água foi transformada em sangue, contaminando os rios com peixes mortos, mas seu coração continuava obstinado em não deixar o povo hebreu ir. Agora a situação era pior: uma grande quantidade de rãs fervilhou dos rios e saltaram deles, invadindo casas, entrando nos quartos, subindo nos leitos, nos fornos e panelas. Era uma invasão asquerosa aos olhos dos egípcios, que já não podiam comer sem que um batráquio lhe saltasse sobre os pratos, já não podiam ter uma noite tranqüila sem que um réptil de pele fria se escondesse debaixo das cobertas.
O Faraó, acossado, finalmente cedeu e manda chamar Moisés: “Rogue ao seu Deus que afaste as rãs de mim e do meu povo”. – E quando eu devo fazer isto, perguntou Moisés? Ele respondeu: “Amanhã!”
Por que razão alguém que está sofrendo um mal, está incomodado, enojado, e poderia livrar-se imediatamente daquilo, jogaria a solução para o dia seguinte?
Espantado com a resposta dele? Não deveria. De certa forma somos assim e vemos isso freqüentemente acontecer. Sentimos dificuldades em decidir sair das situações que nos fazem mal. Relutamos em quebrar os padrões mentais reprováveis. Nosso jogo preferido é o da procrastinação, ou seja, postergar indefinidamente aquilo que precisa ser feito.
Ao repetir por anos a fio vivências indesejáveis o cérebro entra num condicionamento chamado “fixação”. E quando a mente está “fixada” ela rejeita qualquer mudança. Quando se está cronicamente preso ao que adoece, o efeito pode ser uma paralisia e a alma perde a motivação para desejar algo novo ou mudar as coisas (James Houston).
Hoje não, amanhã... ainda quero chafurdar-me um pouco mais. Hoje não, amanhã... mudar agora meus paradigmas me acarretará muito trabalho.
Foi para “a liberdade que Cristo nos libertou”, mas muitos ainda permanecem presos a dogmas, a religiões que adoentam a alma e às doenças fabricadas no inconsciente. Não creio que são todos que desejam, de fato, livrar-se de suas “doenças”. Manter indefinidamente uma situação desconfortável pode ser uma desculpa para não enfrentar aquilo que realmente é essencial para a vida.
Ao invés de buscar a cura, é comum trocar-se um vício da alma por outro. Médicos e psicólogos notaram que pacientes que fizeram a cirurgia bariátrica (redução de estômago), depois de algum tempo “trocaram” o vício de comer por outro: alcoolismo, drogas, sexo ou tabagismo. A causa? Operou-se o estômago, mas não a cabeça.
No mercado da fé ocorre o mesmo fenômeno: os ídolos mudos de gesso foram trocados por ídolos vivos que cantam e falam muito bem. Os sacrifícios outrora oferecidos nas esquinas, agora se transformaram em sacrifícios financeiros. O odor penetrante do incenso usado nos ambientes espiritistas foi substituído pelo cheiro adocicado do óleo “ungido”. Em suma: mudou o local de culto, mas a cabeça continua a mesma.
Qual é a característica de uma mente liberta? Não seria justamente a capacidade de transitar livremente por tudo que é humano, e ter interesse tanto pelo sagrado como pelo secular, tanto pelo individual como coletivo, conversar com os idosos, estar bem em grupo, mas também amar a solidão? Desconfio seriamente de quem diz que se alegra com as imagens do céu, mas não sente atraído a brincar com uma criança na Terra. Salomão não compôs apenas uma vasta obra bíblica, mas era também um botânico que discorreu “sobre todas plantas” e um zoólogo que ”falou sobre dos animais, aves, répteis e peixes” (1Rs4.33). Tudo para a glória de Deus.
Ser livre é a capacidade que a Graça nos concede para decidir, para permitir-se, para escolher, para dizer “não”, para ser eu mesmo e não o que o vício me tornou Talvez a maior necessidade que temos de Cristo hoje é que Ele nos liberte, não de demônios, mas dos vícios da alma – que se tornaram demônios para nós.
Uma advertência: Deus não tira os meus vícios, mas pede que eu desista deles (Dallas Willard). Pois, se eu não quero abrir mão deles, Deus não vai tirá-lo para mim. Não adie para amanhã: o tempo de Deus se chama Hoje.

Daniel Rocha, Pastor da Igreja Metodista em Itaberaba

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A Verdadeira Igreja de Cristo


Como você pode saber no meio de tantas denominações qual e realmente a verdadeira Igreja de Cristo, podemos te dar uma boa dica. Se você estiver enquadrado nessas características fará parte da verdadeira Igreja de Cristo como era no principio a Igreja Primitiva.

Em primeiro lugar a Igreja Verdadeira você não precisa pagar para receber uma bênção.
Em Segundo Lugar a Igreja tem que dar expansão ao Espírito Santo de Deus, acreditar no seu poder e na sua manifestação e não reprimir os irmãos que Deus quer usar porque Deus usa quem quer na hora que quer e com quem Ele quer.
Em terceiro lugar o Pastor de sua Igreja seja realmente um Pastor e não um ditador, deixando o Espírito Santo ser o guia da igreja.
Em quarto lugar ajudar os que necessitam em nosso meio, pois bom exemplo nos deu Jesus que devemos sentir as necessidades dos outros e se colocar em seu lugar.
Em quinto e último lugar a verdadeira Igreja de Cristo é aquela que não se deixa levar pela posição social ou financeira que o membro possui mais sim se deixa levar pelo mover do Espírito Santo de Deus agindo conforme a sua vontade. Não se conforme com esse mundo faça a diferença, pois, você e um escolhido de Deus para pelejar nesses últimos dias contra as forças do mal, Deus sempre levanta homens e mulheres encorajados para pelejar contra as forças do maligno seja mais um a entrar nessa batalha e você realmente fará parte da verdadeira Igreja de Cristo a coluna e firmeza da verdade.

Deus te Abençoe.

domingo, 17 de outubro de 2010

Ainda há tempo!

Tempos difíceis estão aí. Que faremos, pois? Muitas lutas, muitas tribulações, muita fadiga... E quase não temos separado parte do nosso tempo para o Senhor.
Meu irmão e amigo leitor, você concorda que nossa vida é um bem? Se sua resposta é sim, eu te digo: a Palavra do Senhor, nosso Deus, nos afirma que temos que dar a décima parte de nossos bens para Ele. Com isso, entendemos que, sendo a nossa vida um bem precioso, também precisamos dedicar ao menos à décima parte de nosso tempo diário diretamente ao Senhor. Você tem feito isso ou nunca havia pensado nesta situação? Em Mateus 6:33 o Senhor nos alerta.
Buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Não vamos deixar com que as coisas passageiras tomem o primeiro lugar e o tempo de nosso Pai. De uma coisa estou certo, e a Palavra de nosso Deus nos garante: O fim está próximo, e precisamos estar prontos para o grande dia. Mas não se desespere, porque ainda há tempo para você.
Prepara-te, pois Jesus está voltando e isso pode acontecer a qualquer momento. Vejamos o que diz no evangelho segundo Lucas, capítulo 21 e versículos 25; 28 e 31:
25 "E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas".
28 "Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima".
31 "Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto".
Embora até tenhamos vontade, não dá para esquecer a tragédia que ocorreu dias atrás no território asiático, mas o fato é que aconteceu, e foi drástico e inevitável.
Pessoas tranqüilas em uma praia, um dia lindo, o mar calmo, o sol cumprindo sua função e fazendo o que sabe, iluminando e aquecendo, propiciando assim um dia alegre, quando de repente... A fúria do mar que estava tranqüilo veio e varreu as pessoas, os hotéis, as árvores, os carros, não querendo saber se eram ricos ou pobres, não fazendo questão de vir se era homens ou mulheres, muito menos se preocupou se havia negros ou brancos, crianças ou jovens. Ele simplesmente devastou o que estava à sua frente. O que sobrou foi dor, espanto, tristeza e agonia para aqueles que sobreviveram. Após o retorno do mar, víamos, através dos noticiários, muitos pais desolados, mas atentos aguardando com que o mar bravio devolvesse seus filhos e parentes, que foram tragados pela fúria das ondas.
Isto - e muitas outras coisas que vêm acontecendo dia após dia - nada mais é do que o cumprimento da Palavra de nosso Senhor. Por este motivo é que digo que temos que nos concertar e estar prontos, pois a vinda do Senhor está próxima e será como um ladrão. Veja que este, quando planeja roubar não avisa o dia e nem a hora que irá aparecer; se avisasse você teria tempo de comunicar às autoridades e tudo estaria resolvido, não é mesmo? Mas ele não avisa. Quando você se dá conta ele já entrou e levou tudo.
Medite no versículo abaixo.
"Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa". (Mateus 24 : 43)
Amados irmãos e amigos leitores, preparemo-nos! "Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem". (Mateus 24: 27)
Mas tenha certeza de que ainda há tempo!



sábado, 16 de outubro de 2010

Reconhecimento do Mundo Espiritual

Pois não é contra a carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes do mundo das trevas, contra as hostes espirituais da iniquidade nas regiões celestes”. Efésios 6:12 

Existe uma realidade espiritual, essas forças atuam sobre nós e tentam mudar o rumo do mundo no qual vivemos. Quando queremos nos achegar a Deus, precisamos saber que existem forças espirituais que atuam em nosso mundo, ter entendimento do mundo espiritual que nos cerca. Muitas dessas forças tentam nos separar do Senhor.


Realmente os fatores naturais interferem em nossas vidas. Entretanto, são apenas reflexos de um mundo espiritual. Precisamos pedir ao Senhor que nossos olhos espirituais estejam abertos, para que percebamos as manobras que são realizadas no mundo espiritual a fim de neutralizarmos as investidas do inimigo e implementarmos esforços significantes para o avanço do reino do nosso Senhor Jesus na Terra.

Quando conhecemos o mundo espiritual podemos reagir a ele com as devidas armas que nos garantirão a vitória. Muitas vezes o diabo tenta nos desanimar investindo contra nós, usando seus demônios para criar situações adversas, usa pessoas para falar e agir de maneira que nos sintamos impotentes diante das situações.

O intercessor sábio busca no Senhor o discernimento para compreender o mundo espiritual e saber quais armas deverão ser usadas para neutralizar as investidas do inimigo. Inúmeras são as vezes que nos deparamos com ataques demoníacos, que são neutralizados com uma simples ordem de nossa parte, em nome de Jesus, é claro. Imediatamente as circunstâncias nos passam a ser propícias, pois o nosso inimigo bate em retirada deixando o caminho livre para avançarmos.


Trecho retirado do livro escrito pelo Bispo Rodovalho, "A Oração de um Intercessor".

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O SIGNIFICADO DE "SHEKINAH" - Pastor Edemar Vitorino


Costumo definir sinteticamente SHEKINAH como: "a glória de Deus manifesta"!

O vocábulo "shekinah" não aparece na Bíblia, é uma transliteração da raiz hebraica "shkn" = habitar. Este termo "shkn" é muito usado pelos TARGUMITAS e RABIS e adotado pelos cristãos. Refere-se à glória visível de Deus habitando no meio do seu povo. Usa-se este vocábulo para designar a presença radiante de Deus, como vista na coluna de fogo, no Monte Sinai, no Propiciatório entre os querubins, no Tabernáculo, no Templo, etc. Embora a palavra "shekinah" não apareça na Bíblia, há alusões à glória de Deus ("shekinah") em diversas passagens.



A seguir, transcrevo alguns comentários 1) J. B. Payne - Encliclopedia Histórico - Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova. 2) Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed. 1) "SHEKINAH - A manifestação visível da glória de Deus. Embora as escrituras neguem a existência de qualquer localidade permanente para Deus, descrevem, simultaneamente com a Sua transcedência, a Sua "glória", ou presença apreensível. A glória pode ser expressada no "rosto" de Deus, no Seu "nome" (Ex 33.18-20), no "Anjo" - os aparecimentos pré-encarnados de Cristo - ou na "nuvem" (Ex 14.19). A Shekinah diz respeito à nuvem que cercava a glória (Ex 40.34), parecia uma nuvem pesada através da qual chispam os relâmpagos (Êx 19.9,16).



A Shekinah apareceu pela primeira vez quando Deus conduziu Israel para fora do Egito e o protegeu por meio de "uma coluna de nuvem e de fogo" (13.21; 14.19). A nuvem vindicou Moisés contra os "murmuradores" (16.10; Nm 16.42) e cobriu o Sinai (Ex 24.16) enquanto ele se comunicava ali com Deus (v.18; cf. 33.9). Deus "habitava ( sakan, 25.8) no meio de Israel no tabernáculo (miskan, "lugar de habitação", v.9; cf. 1 Rs 8.13), que tipificava a Sua morada no céu (1 Rs 8.30; Hb 9.24). A nuvem encheu o tabernáculo (Êx 40.34-35; cf. Rm 9.4); e o uso pós-bíblico, portanto, designou essa manifestação permanente e visível como "shekinah", "habitação" [da presença de Deus]". Pouco depois, em duas ocasiões, "saiu fogo (consumidor) de diante do SENHOR" (Lv9.23; 10.2). Especificamente, Deus apareceu "na nuvem sobre o propiciatório que está sobre a arca" (Lv 16.2; Ex 25.22; cf. Hb 9.5).



A Shekinah conduziu Israel através do deserto (Ex 40.36-38); e, embora a perda da arca importasse em "Icabode [nenhuma glória]" (1 Sm 4.21), a nuvem voltou a encher o Templo de Salomão ( 1 Rs 8.11; cf. 2 Cr 7.1). Ezequiel visualizou sua partida por causa do pecado (Ez 10.18) antes da destruição desse templo, e o judaísmo confessava a ausência dela do segundo templo. A Shekinah reapareceu com Cristo (Mt 17.5; Lc 2.9), o Deus verdadeiro localizado (Jo 1.14; skene, "tabernáculo"; cf. Ap 21.3, = sekîna?), a glória do último templo (Ag 2.9; Zc 2.5). Cristo subiu na nuvem da glória (At. 1.9) e, um dia, voltará dessa maneira (Mc 14.62; Ap. 14.14; cf. Is 24.3; 60.1)." - J. B. Payne - Encliclopédia Histórico - Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova.



2) SHEKINAH. Esplendor, glória ou presença de Deus habitando no meio do seu povo e o equivalente judaico mais próximo do Espírito Santo. O termo é posterior à Bíblia, mas o conceito está no ensinamento de que Deus habita no meio do seu povo (Êx 29.45s.). A glória de Deus é vista em fenômenos como relâmpagos e nuvens no monte Sinai (Êx 19.16) e a nuvem brilhante que descia sobre a tenda da congregação e guiou Israel pelo deserto (Êx 40.34ss.) .A glória divina também está presente de modo especial no templo e na cidade celestiais (Ap 15.8; 21.23). Foi vista na transfiguração de Jesus (Lc 9.32) e será vista quando Jesus voltar à terra (Mc 8.38). - Transcrito do Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed.

Bibliografia:

B. Payne - Encliclopédia Histórico - Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova.

Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed.

sábado, 5 de junho de 2010

Liberdade!!!


Se, pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. Jo 8.36.


A liberdade plena só é encontrada em Deus...
Você é livre? O que é liberdade para você? Muitas pessoas confundem liberdade com irresponsabilidade. Acham que levar uma vida desregrada, beber, fumar, comer demasiadamente, entre outras coisas é sinônimo de liberdade, enquanto agridem seus corpos, prejudicam a sua saúde e, ainda botam a culpa em Deus e questionam quando a doença bate à porta de uma forma imponente.
Você sabia que há muitos encarcerados que são livres? Você pode estar perguntando, mas, como? Como pode ser se estão presos entre grades, numa prisão dura e fria? Como? Muitos deles tem a alma livre, estão pagando sim pelos seus erros, mas, estão com o coração aberto. Muitos deles conhecem Jesus, mais do que você que vive com a Bíblia debaixo do braço e, se diz cristão e, até se acha melhor do que muitas pessoas, do que muitos irmãos. É capaz de bater no peito e, dizer "eu não peco", o que te faz diferente de um fariseu? Se você é assim, faz distinção de pessoas e diz: Não vou conversar com fulano (a) porque é budista, é maçon, é espírita, não quero contaminar-me, também não posso trabalhar naquele lugar porque lá só tem católico, vai trazer-me peso, porque "eu sou escolhido (a) de Deus", o meu lugarzinho já está reservado no céu. Pare de ser hipócrita meu irmão (ã). Deus não faz acepção de pessoas. Se você foge das pessoas é porque você tem medo e, quem tem medo não é livre, é escravo de seus pensamentos, de sua mente.
Você já parou para pensar que é com essas pessoas que Deus quer que você conviva, é na vida dessas pessoas que você vai fazer a diferença, é para essas pessoas que você tem que orar levar uma Palavra, mesmo que você ache que é tempo perdido, que ela não vai mudar. Quem é você para dizer que a pessoa vai ou não mudar? Hoje dentro das nossas igrejas estão cheia de lobos em pele de cordeiros, e ninguém fala nada, só por que frequentam um templo? Por dentro estão como sepulcro caiados, cheios de podridão. Como eu vejo crentes, julgando outros crentes, falando do seu pastor, da família dos outros, mas, abre a boca e fala qualquer coisa dele ou de seus filhos (as), ele vai se levantar contra você e te amaldiçoar, como você pode falar de um ungido (a) de Deus? Será que o irmão também não é um ungido de Deus? Então, por que você fala dele?
Lembre-se que, Deus não ama o pecado, mas, ama o pecador. Quando Jesus escolheu os doze apóstolos, será que Ele escolheu porque eram todos justos, todos santinhos, não tinham pecado? E você, que se julga um escolhido e, apedreja os irmãos, por acaso, quando Jesus o escolheu para que você O servisse você era perfeito, sem pecado nenhum?
Você deve estar se perguntando o que isso tem a ver com liberdade? Se você é essa pessoa que julga, condena, se acha melhor do que muitas pessoas, faz fofoca, mente em relação ao seu irmão, aumentando-lhe a falta, não perdoa, só sabe criticar, entre outras coisas, então lamento informar-lhe que você é escravo, você só não está entre grades, mas, o seu coração está preso.
Peça a Deus para dar-lhe um coração novo, para enchê-lo de amor, do Espírito Santo de Deus, de paz, de alegria, nisso consiste ser livre.
Peça ao Espírito santo para mostrar-lhe onde você está sendo escravo e, clame a Deus que de-lhe liberdade.
Seja feliz meu irmão (ã).
Amada do Mestre